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sábado, 13 de outubro de 2012
Gaúchos lideram migração para as praias da capital catarinense

Conhecida como reduto de turistas argentinos e uruguaios, a Praia de Canasvieiras, em Florianópolis (SC), surpreende pela quantidade de gaúchos. Seja no sotaque nas rodas de conversas ou na presença do chimarrão, eles se fazem notar no refúgio que escolheram para veranear e fixar residência. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) põem os gaúchos na liderança entre os migrantes para as praias da capital catarinense. Dos residentes que anteriormente viviam em outros Estados brasileiros, os gaúchos representam, segundo o Censo de 2010, 41% do total, mais do que o dobro de paranaenses e paulistas.
 
O que têm em comum? O respeito e a admiração pela beleza natural das praias. Confira exemplos de quem não resistiu aos encantos de Canasvieiras.
 
Um mudança empreendedora
 
Em um galpão sem porta e janelas, o casal porto-alegrense Edmundo Rodrigues da Silva Neto, 62 anos, e Sônia Bidarte, 55 anos, participava de uma celebração, com amigos e farto churrasco, em um Acampamento Farroupilha montado depois do 20 de Setembro, com direito a frio e barro. Bem como o gaúcho está acostumado.
 
Enraizados há 10 anos em terras vizinhas, eles se mudaram para fazer a diferença. Estimularam o crescimento do ramo imobiliário, com um negócio próprio de aluguel e vendas, onde trabalham de segunda a sábado. Aposentados das atividades de securitário e bancária, dedicam-se também a buscar melhorias para a praia por meio da Associação Pró-Canasvieiras (Aprocan). Querem mais agências bancárias, praças, eventos e também faixa de areia maior.
 
Antigos veranistas, eles têm hoje uma vida consolidada em Canasvieiras. A concretização de um sonho é representada pela chegada do Gabriel, o primeiro neto, já "manezinho".
 
– Esse vai ser avaiano e colorado – prevê o orgulho do avô.
 
A decisão de residir para o resto da vida na praia de SC é tão definitiva que até compraram um túmulo, com dois lugares. Elogios e motivos para permanecer no local não faltam.
 
– Amo Canasvieiras. Apesar de ser gaúcha e amar a minha terra, já me sinto catarina – conta Sônia.
 
– Tu não escolhes onde nasce, mas viver tu podes escolher – conclui Edmundo.
 
Mais que uma simples aventura
 
Formado em Educação Física, Ian Martelli, 29 anos, apostou em um sonho e largou tudo em Porto Alegre. Um típico comportamento de jovens aventureiros. Afinal, quem não gostaria de passar a juventude em uma praia? Mas, diferentemente de muitos que acabam desistindo da iniciativa, ele conseguiu ficar e se sustentar.
 
– O pessoal chega achando que praia é só festa e se dá mal. Às vezes até esqueço que estou a poucas quadras do mar, trabalho manhã, tarde e noite – afirma.
 
Ao deixar um emprego seguro no Inter em 2007, Martelli buscou em Canasvieiras a tão decantada qualidade de vida. Filho de paulistas, ele jogou dos nove aos 17 anos no Grêmio e nem assim virou tricolor.
 
Corintiano, aponta grandes diferenças entre Porto Alegre e o novo lar. Para ele, na capital gaúcha sobra congestionamento e ar poluído. Quando retorna de uma visita à terra natal, a primeira coisa que faz é pisar nas areias catarinenses. Mas diz que ainda não criou "parcerias" sólidas, mesmo cinco anos depois:
 
– É difícil fazer amizade, chamar para um churrasco. Acaba que o pessoal que é de fora se junta para sair.
 
Com braços e corações abertos
 
Com inconfundível sotaque gaúcho, o professor aposentado James Pizarro, 69 anos, virou mais do que um morador de Canasvieiras. É uma referência sobre a história local: sabe o tamanho exato da ilha, o número de praias e o significado dos nomes. Santa-mariense formado em Agronomia e com quase quatro décadas de aula na Universidade Federal de Santa Maria, ele mudou-se com a mulher, Vera Maria Souza Pizarro, 67 anos, em 2008.
 
– Vim me despir da soberba do gaúcho, de achar que é melhor em tudo, vim aprender a cultura daqui.
 
Mas e o sotaque? Não vai mudar?
 
– De jeito nenhum – rebate Pizarro, com firmeza.
 
– Só comecei a falar "querido" para tudo, como eles – admite em seguida.
 
Foi a paixão pelas belezas das praias e o conhecimento da região adquirido em cerca de 20 veraneios em Santa Catarina que tirou o casal do coração do Rio Grande do Sul. Depois de enfrentarem três perdas de entes queridos em 10 meses, resolveram morar em outra cidade. Maceió, a capital alagoana, foi cogitada como destino, mas o apelo da mãe de Pizarro, apontando as dificuldades da longa distância, o demoveu da ideia.
 
Como sempre quis morar em Florianópolis, que segundo ele "é o desejo de todo gaúcho", não pensou duas vezes. Hoje moram em um hotel, onde alugam um apartamento de dois quartos, a pouco metros do mar, por R$ 1 mil mensais.
 
– Vim com nove malas e um pacote com meu computador, mais nada, sem nenhum móvel. Faz quase cinco anos que só ando de bermuda – esnoba.

Aposentado, Pizarro se encantou pelas belezas e histórias das praias catarinenses
É ao lado de Vera – e por pressão dela, professora de Educação Física aposentada – que ele vai de segunda a sexta na academia. O casal já formou uma rede de amigos e de prestadores de serviços. Com três filhos e cinco netos, Pizarro e a mulher não pretendem mais sair de Canasvieiras. Visitam a terra natal o mínimo necessário, quando reveem a mãe do professor aposentado nas festas de final de ano.
 
Passeio com belas paisagens
 
Uma das mãos está entrelaçada, a outra segura a cuia ou a térmica. É dessa forma que, calmamente, caminham pela praia o jovem casal Juliana Fraga, 20 anos, e Leonardo Klimach, 19 anos, de Porto Alegre.
 
No segundo feriadão que aproveitam juntos em Canasvieiras, eles só querem paz e muito amor. Instalados na tradicional casa de veraneio de um tio de Leonardo, na qual ele bate ponto há sete anos na temporada e em feriados, os estudantes viajaram preparados: levaram na bagagem muito protetor solar e um rancho para preparem almoços e jantares com um pitada de romantismo. No entanto, o cálculo falhou, e a erva do inseparável chimarrão acabou menos de três dias depois de chegarem.
 
 
Adeptos de caminhadas diárias na orla, o casal evitar ficar deitado na areia, "fritando" no sol. O passeio emoldurado pela bela paisagem desperta o desejo de, quem sabe um dia, sair de Porto Alegre.
 
– Já pensamos em morar aqui, é muito bonito – projeta Leonardo, aluno do Colégio Tiradentes da Brigada Militar.
 
Por enquanto, Juliana segue cursando Direito na PUCRS, não descartando a possibilidade de, no futuro, pedir uma transferência para a bela Florianópolis.
 
ZERO HORA

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domingo, 7 de outubro de 2012
Conheça o perfil de todos os vereadores eleitos em Florianópolis neste domingo

A eleição deste domingo em Florianópolis revelou uma grande mudança na composição da Câmara de Vereadores da Capital catarinense. Foram 236.540 votos válidos, além de 13.195 votos em branco e outros 15.230 nulos. Conheça quem são cada um dos eleitos, segundo os dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC).
 
Tiago Silva (PDT) - 6.860 votos
Natural de Florianópolis, aos 25 anos, se elege para seu primeiro mandato. Nascido e criado na comunidade do Morro do Mocotó, é o idealizador da Parada da Diversidade de Florianópolis e organizador do tradicional concurso Pop Gay. Já assumiu uma cadeira na Câmara, em 2009, como suplente, ainda pelo PPS. Atuou como secretário adjunto de Turismo e assessor de Marketing da Secretaria Municipal de Turismo, além de diretor do Procon da Capital.
 
Dalmo Deusdedit Meneses (PP) - 3.988 votos
Eleito vereador pela primeira vez em 1996, assume o seu quinto mandato. Natural de Florianópolis, é formado em administração de empresas e funcionário público aposentado da Casan, onde trabalhou por 35 anos. Membro titular do Conselho de Administração Pública do Estado, gerente regional da Grande Florianópolis (Casan), assessor gabinete no governo de Esperidião Amin e assessor parlamentar da Assembleia Legislativa. Foi membro de 15 diferentes comissões durante os mandatos anteriores.
 
Deglaber Goulart (PMDB) - 3.627 votos
Natural de Florianópolis, aos 49 anos é conduzido ao terceiro mandato. É comerciante e graduando de Direito, na Universidade do Vale do Itajaí. No ano 2000 concorreu a vereador de Florianópolis, pelo partido PPS, mas não se elegeu. Em 2004 foi eleito como o segundo vereador mais votado do continente pelo PSDB. Em 2008 foi reeleito para o segundo mandato, pelo PMDB, como o quarto vereador mais votado de Florianópolis. Em 2009 assumiu a Secretaria Municipal do Continente.
 
Gui Pereira (PSD) - 3.502 votos
Empresário natural de Florianópolis, esta é a primeira vez que Guilherme Pereira de Paulo se elege como vereador concorrendo na coligação formada pelo seu partido, o PSD, com o PP. Ele concorreu ao mesmo cargo em 2008 pelo DEM, na coligação Mudar para Melhor, formada ainda pelo PSDB, mas não conseguiu ser eleito. Gui tem 36 anos, é casado e pai. Em seu perfil no Facebook, ele diz que ajuda, "há mais de uma década", Florianópolis como "destino turístico e de entretenimento". Na mesma página, ele diz que começou a trabalhar aos 12 anos, ajudando ao pai em sua loja no Mercado Público.
 
Marcos Aurélio Espíndola (Badeko) (PSD) - 3.483 votos
O florianopolitano de 32 anos é acadêmico do Curso de Administração de Empresas, na Faculdade Assesc. Morou mais de 15 anos no bairro Monte Cristo. Em 2004 se candidatou pela primeira vez e, quatro anos depois, foi eleito vereador da Capital. Foi presidente municipal do Partido Progressista Socialista (PPS) e em 2011, filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD). Atualmente é presidente do Sindicato dos Empregados na Administração de Jornais, Revistas e Parques Gráficos de Jornais e Revistas de Santa Catarina.
 
Marcelo da Intendência (PDT) - 3.430 votos
Marcelo Fernando de Oliveira tem 45 anos e ensino médio completo. Casado, ele tem dois filhos e é natural de Florianópolis, mais precisamente do bairro Ingleses. Formado em mecânica pela Escola Técnica Federal de SC e corretor de imóveis, ele se candidatou em 2008 para vereador pela primeira vez pelo PSB. Depois de conseguir uma votação expressiva, Marcelo foi convidado a assumir a intendência do Ingleses entre março de 2009 e junho deste ano.
 
Erádio Manoel Gonçalves (PSD) - 3.190 votos
Aos 60 anos, é natural de Garopaba e assume o seu terceiro mandato. Reside em Florianópolis desde 1973. Formado em Administração de Empresas e Pedagogia pela UFSC, com pós-graduação em Administração Escolar e Gestão Pública. Durante as décadas de 70 e 80 ministrou aulas de matemática e administração, e trabalhou na Prefeitura de Florianópolis. Desde 1979, é funcionário da Assembleia Legislativa de SC.
 
César Luiz Belloni Faria (PSD) - 3180 votos
Formado em Economia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com especialização em auditoria pública, aos 46 anos conquista seu segundo mandato. É casado e pai de dois filhos. Nasceu em Florianópolis, na infância residiu no Balneário Estreito, estudou no Educandário Imaculada Conceição. Já ocupou diversos cargos no Poder Legislativo Estadual, atualmente é servidor efetivo daquela casa. Hoje é líder do PSD.
 
Celso Francisco Sandrini (PMDB) - 3.136 votos
Residente do distrito de Ribeirão da Ilha, conquista seu quarto mandato aos 52 anos. Graduado em Tecnologia em Gestão Pública pela Faculdade Técnica de Curitiba, é servidor público estadual do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) desde 1986. Já trabalhou como gerente de programa de Qualidade e gerente Maricultura e Pesca da Prefeitura da Capital. Atualmente ocupa o cargo de presidente do diretório municipal do PMDB de Florianópolis, partido em que milita desde 1985.
 
Afrânio Boppré (PSOL) - 3.132 votos
Aos 52 anos, assume pela primeira vez uma cadeira na Câmara. Natural de Florianópolis, é professor e economista. Foi vice-prefeito de Florianópolis no período de 1993 até 1996. Exerceu dois mandatos de deputado estadual e foi candidato a prefeito pelo PT (em 1996 e 2004) e também pelo PSOL no ano de 2008 em Florianópolis. Em 2010 participou da coordenação da campanha de Plínio de Arruda Sampaio à Presidência e assumiu como presidente nacional do PSOL. É o atual presidente da sigla em SC.
 
Edinon Manoel da Rosa (Dinho) (PMDB) - 3.069 votos
Natural da comunidade de São José da Ponta Grossa, Praia do Forte, aos 50 anos é reeleito para o segundo mandato. Funcionário da Comcap por 24 anos, atuou como líder comunitário no Norte da Ilha. Foi fundador e presidente por cinco mandatos da Associação dos Moradores da Praia do Forte e nos anos de 2003 e 2004 foi também foi presidente da Amocan, em Canasvieiras, onde reside atualmente.
 
Ed (PSB) - 2.950 votos
O administrador Edmilson Carlos Pereira Junior, de 28 anos, natural de Florianópolis, é formado em Administração de Empresas. Em sua página no Facebook, ele conta que cresceu no bairro Jardim Anchieta, onde reside até hoje. Ele comenta que começou, aos 12 anos, a ganhar o próprio dinheiro lavando carros dos vizinhos. Adepto dos esportes, ele representou a cidade em competições de natação e tênis. Destaque no esporte do símbolo Guga Kuerten, ele treinou nos Estados Unidos e deu aula de tênis para crianças, criando a ONG Instituto Lagoa da Conceição.
 
Célio João (PMDB) - 2.848 votos
Natural de Florianópolis, Célio João tem 41 anos, ensino médio completo e reside no Ribeirão da Ilha. Ele foi eleito vereador pelo PMDB na coligação Florianópolis de Todos, composta ainda pelo PHS. Após ser eleito, Célio João destacou, por telefone, o trabalho realizado nos últimos três anos como assessor da Secretaria de Obras de Florianópolis, assim como o trabalho de ajuda às comunidades mais carentes nos oito anos em que desempenhou a função de presidente da Associação Comunitária Cruzeiro do Sul da Costeira do Ribeirão da Ilha.
 
Pedrão (PP) - 2.699 votos
Pedro de Assis Silvestre, 25 anos, nasceu em Florianópolis e mora no bairro Coqueiros desde o nascimento. No site que ele criou para fazer campanha para vereador, Pedrão diz que começou a trabalhar como carregador e entregador aos 13 anos na empresa de frutas e verduras de um tio. Estudante do curso de Administração Pública da UDESC/ESAG, Pedrão trabalhou em projetos sociais como o Procurando Caminhos, do Centro Cultural Escrava Anastácia, e foi um dos coordenadores do Projeto Route, que mobiliza cerca de 500 voluntários para desenvolver ações de limpezas das praias.
 
Edinho Lemos (PSDB) - 2.662 votos
Natural de Florianópolis, Edinho Lemos tem 48 anos e é formado em Administração e Gestão de Negócios pela Unisul. No material de divulgação de sua candidatura, ele destaca a participação no grupo de trabalho que elaborou o projeto Floripa 2030 - Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável, coordenado pela ONG FloripAmanhã. Ele atuou também em diferentes funções na administração da Capital, incluindo a de diretor de marketing e eventos da Secretaria de Turismo de Florianópolis entre 2001 e 2004 e chefe de gabinete do vice-prefeito de 2009 até 2012.
 
Vanderlei (Lela) (PDT) - 2.558 votos
O administrador Vanderlei Farias tem 34 anos e nasceu em Florianópolis. Em sua página no Facebook, ele se identifica como um candidato natural do Rio Tavares. Ele afirma que começou cedo a fazer trabalhos na comunidade junto com os pais, Glória e Tarcísio, que fundaram o Conselho Comunitário Fazenda Rio Tavares, onde foi eleito duas vezes vice-presidente e mais duas vezes presidente. Nos últimos quatro anos, Lela administrou a Intendência do Campeche.
 
Ricardo Camargo Vieira (PC do B) - 2.471 votos
Médico com especialização em saúde pública, tem 33 anos. Nasceu em Pelotas (RS) e, aos 13 anos, radicou-se em Florianópolis. É morador da comunidade do Sambaqui, onde vive com esposa e a filha. É também servidor público municipal e estadual, atuando no Programa de Saúde da Família e na Emergência do Hospital Florianópolis. Foi diretor do Sindicato dos Municipários de Florianópolis e foi eleito para o seu segundo mandato.
 
Coronel Paixão (PDT) - 2.393 votos
O militar reformado Waldyvio da Costa Paixão Junior, que fez campanha como Coronel Paixão, tem 47 anos e é natural da cidade de São Paulo (SP). Ele tem ensino superior completo e é casado. Filiado ao PDT, ele conquistou uma vaga como vereador na coligação Por Toda Florianópolis, composta ainda pelos partidos PPS e PV.
 
Roberto Katumi (PSB) - 2.321 votos
Eleito vereador pelo PSB com 2.321 votos, Roberto Katumi tem 43 anos e é natural de Florianópolis. Servidor público estadual, Katumi conquistou em 2008 a 3ª suplência do DEM, quando obteve 2.060 votos. Entre agosto e outubro de 2009, chegou ocupar a vaga do vereador César Luiz Belloni Faria (DEM). Neto de japoneses, tem base eleitoral no Sul da Ilha e forte ligação com o futebol amador de Florianópolis, sendo presidente do Bandeirantes Recreativo Clube. Nos dois primeiros anos do segundo mandato de Dário Berger (PMDB), Katumi atuou superintendente administrativo e financeiro da Fundação Municipal de Esportes.
 
Bispo Jerônimo Alves (PRB) - 2.309
Presidente estadual do PRB, o bispo Jerônimo Alves  é um dos principais nomes da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Santa Catarina e considerado um dos nomes de confiança do bispo Edir Macedo. Eleito com 2.309 votos, o Jerônimo é reconhecido por obras sociais na recuperação de dependentes químicos, além de coordenar outras ações sociais ligadas ao meio evangélico. Foi candidato a deputado federal pelo PRB em 2010. Escritor, administrador e jornalista, é presidente de honra do Movimento Mulheres em Ação (MME). Tem 50 anos e é natural do Rio de Janeiro.
 
Professor Lino Peres (PT) - 2.174 votos
Lino Fernando Bragança Peres tem 60 anos e é natural de Rio Grande (RS). Na página criada pelo candidato na internet, ele afirma que atua há mais de 25 anos em Florianópolis, "ensinando e pesquisando como professor da UFSC", onde ingressou em 1998. Arquiteto formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1977, ele é mestre em Arquitetura e doutor em Urbanismo pela Universidade Nacional Autônoma do México. Tentou eleger-se como vereador em 2004 e 2008. Na primeira tentativa, faltaram 200 votos para que ele conseguisse entrar na Câmara e, na segunda, com 2.454 votos, ele tornou-se primeiro suplente.
 
Furlan (PSC) - 1.760 votos
Natural de Florianópolis, Alderico Furlan tem 42 anos e tem ensino superior completo. Casado, ele se elegeu pela coligação entre o Partido Social Cristão (PSC) e o DEM.
 
Guilherme (PSDB) - 1.615 votos
O administrador Guilherme Botelho da Silveira tem 28 anos, ensino superior completo e é natural de Florianópolis.
 
Fonte - Diário Catarinense

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